
O Coletivo Corrosivo reúne artistas de diferentes áreas (teatro, artes visuais, cinema e música) com o objetivo de pesquisar o terreno híbrido em que as artes se encontram.
Foi criado a partir da proposta das artistas Carolina Bonfim e Renata Ferraz de desenvolver projetos em espaços não convencionais nos quais a integração das linguagens artísticas e a relação do público/espectador com a obra são características fundamentais.
Nos dedicamos à investigação sobre o conceito de site specific (procedimento prático, método de trabalho, que implica o estudo de contextos específicos, em uma reflexão crítica, assumindo as mais diferentes formas) e como ele pode ser aplicado a projetos com o suporte cênico e audiovisual.
Atualmente a formação do CORROSIVO é:
Carolina Bonfim . artes cênicas
Edson Secco . música e vídeo
Marcos Gorgatti . artes plásticas
Mario Lopes . desenho de luz
Renata Ferraz . artes cênicas e vídeo
Thais de Almeida Prado . artes cênicas, dramaturgia e vídeo
Formada em Artes Cênicas – direção - pela ECA/USP.
Em 2005 morou três meses na França onde fez estágio com o Théâtre du Radeau, em Le Mans; participou do Festival de Thêàtre d’Avignon como assistente de produção do espetáculo “Vocal Masala”, de Mathilde Lechat; acompanhou o Festival “États généraux du Film Documentaire de Lussas”.
Criou o Solo A Adormecida que mordeu a Maçã Verde e Não Colocou o Dedo na Roca, em parceria à exposição Tulse Luper Suitcases, do cineasta britânico Peter Greenaway, no 16º Festival Videobrasil. O solo resultou num livro performance (aadormecidaque.blogspot.com) e em vídeos. Atuou em: KA - a reunião das pessoas que Mudam (homenagem de 30h a Bob Wilson); Èlgalí; Homem D'Eus; Realidade dos Sonhos; Retornarse; O Experimento do Acordo; entre outros.
No cinema atuou em Papel de Júlia, direção Helton Okada; Bílis Negra, direção Beatriz Setúbal; O Corpo, de Rubens Rewald e Rossana Foglia; No Meio do Nada, clipe de John Porciúncula.
Nas Artes Cênicas dirigiu: ...E o Meu Secador de Cabelos Me comeu Nesta Madrugada; a instalação ...Mas Não, o solo 80/ minuto, que ganhou o "X Prêmio Nascente de melhor coreografia”; o solo Eu em Mim Só; além de algumas leituras cênicas e a conferencia Homologias, no espaço CPFL.
Na videoarte destacam-se os trabalhos: Movimento nº 35 em Pé Menor – meu pé, meu sapato e o asfalto, em parceira de Paloma de Oliveira; Luz Vadia, em parceira de Sylvio Rocha e Ruda K. Andrade; Algum Quadro Exposto, a partir de sua experiência com Peter Greenaway.
Seus trabalhos permeiam a interdisciplinaridade na arte se utilizando das linguagens artes visuais / cinema, teatro, dança para expressar cada trabalho de uma maneira singular. Varia nas funções de performer/ atriz, diretora, roteirista, videoartista.