O Coletivo Corrosivo reúne artistas de diferentes áreas (teatro, artes visuais, cinema e música) com o objetivo de pesquisar o terreno híbrido em que as artes se encontram.

Foi criado a partir da proposta das artistas Carolina Bonfim e Renata Ferraz de desenvolver projetos em espaços não convencionais nos quais a integração das linguagens artísticas e a relação do público/espectador com a obra são características fundamentais.

Nos dedicamos à investigação sobre o conceito de site specific (procedimento prático, método de trabalho, que implica o estudo de contextos específicos, em uma reflexão crítica, assumindo as mais diferentes formas) e como ele pode ser aplicado a projetos com o suporte cênico e audiovisual.

 

Atualmente a formação do CORROSIVO é:


Carolina Bonfim . artes cênicas
Edson Secco . música e vídeo
Marcos Gorgatti . artes plásticas


Mario Lopes .
desenho de luz

Como iluminador criou a concepção de luz dos espetáculos:

O Amor de Dom Pirlimplim com Belisa em seu Jardim, direção de Rogério Favoretto; O Fantasma de Assis, O Destemido Caçador de Borboletas e Judas em Sábado de Aleluia  direção de Sebástian Lopes. Operou a luz nos espetáculos Fala comigo como a chuva, concepção de Marcio Aurélio e direção de Bernadette Alves.

Atuou como Assistente de Direção e criou a concepção de luz para os espetáculos A Máquina de Somar, (Zero)ⁿ≈ Nada!, Ubu Presidente (integrando o Projeto “3em 1”,Projeto de Ocupação do Teatro Eugênio Kusnet) Direção de Alexandre Mate.

Como Assistente de Direção fez os espetáculos A Última Encarnação de Fausto e Camille um olhar sobre Claudel de Bernadette Alves onde também operou a luz com concepção de Marcio Aurélio. Como ator fez os espetáculos Judas em Sábado de Aleluia, direção: Sebastian Lopez; Apareceu a Margarida, O Encoberto, direção: Alexandre Mate.

Escreveu e atuou e fez a concepção de luz para o espetáculo Bicho é Bicho não é Lixo que itinerou em circuito escolar.